segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Mariangela Ribeiro Galvão

Mariangela está na Fiocruz há 15 anos e atualmente é funcionária do Setor de Cadastro de Aposentados e Pensionistas (Secap).


Qual sua formação?
Segundo grau e Técnico em Secretariado.

Há quanto tempo está na Fiocruz?
Desde o dia 12 de junho de 1995.

Fale um pouco de sua trajetória na Fiocruz até a Secap.
Quando entrei na Fiocruz era responsável pela secretaria da Procuradoria Geral. Além disso, fui secretária do procurador geral e de mais 12 advogados. Em 2002, vim para a Direh atuar na secretaria do Departamento de Administração em Recursos Humanos (DARH). Em 2004, vim para o Setor de Cadastro de Aposentados e Pensionistas (Secap).

Quais atividades são desenvolvidas no Secap?
O Secap é o setor responsável pelas aposentadorias e pensões do servidor Fiocruz. Quando o trabalhador se aposenta ou quando é preciso abrir algum processo de pensão, é ao Secap que ele deve ser encaminhado.

Em quais atividades do Secap você está envolvida?
Além de secretariar o chefe do setor, Marcelo Navarro, organizo toda a documentação dos processos de aposentadoria e pensões, além de atender a todos os aposentados e pensionistas.

Fale um pouco sobre os desafios de se trabalhar no Secap.
É preciso ter muito jogo de cintura porque trabalho num setor que cuida de servidores que estão se aposentando, seja voluntariamente ou por invalidez. Por conta disso, alguns chegam aqui até um pouco tristes. Todo servidor acaba passando pelo Secap. A história da Fiocruz está aqui e é por esse motivo que temos sempre muito trabalho e, claro, muitos desafios.

Tem alguma situação inusitada que possa nos contar?
O inusitado acontece diariamente no Secap e é por isso que precisamos sempre ter muito respeito e carinho pelos servidores que vêm aqui.

O que a Fiocruz representa para você?
Quando passava em frente à Fiocruz, pensava assim: ?Deus, queria tanto trabalhar aqui!?, mas isso me parecia algo impossível, inatingível. Hoje, digo que realizei meu sonho e que amo meu trabalho.



Leia esta entrevista publicada no site da Direh-Fiocruz

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